quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

o sol sempre volta a brilhar sobre um céu azul, maravilhoso e radiante.

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Por muito banal e clichê que possa parecer, o sol sempre volta a brilhar sobre um céu azul, maravilhoso e radiante. Não importa o quão forte foi a tempestade, o número de raios que caíram sobre a terra, ou a quantidade de água que inundou as ruas. Depois, a luz vem outra vez para iluminar a escuridão.
Da mesma forma que dizemos que o sol sempre brilha depois de uma tempestade, podemos fazer uma alusão à famosa luz ao fim do túnel. Não se preocupe se neste momento tudo na sua vida seja escuridão, e se você não é capaz de vez nada para além de escuridão em toda parte. Jamais se desespere e nunca pare. Olhe para a frente, não se desespere ou desacelere sua caminhada, porque com um bom passo, o caminho volta a se iluminar.

O sol da tempestade

Além disso, o sol da tempestade oferece uma das luzes mais maravilhosas que existem. Uma vez passada a obscuridade, a chuva e as trevas que as nuvens do céu derrubaram, a terra fica com um cheiro molhado, o calor arde em seus ombros e você olha feliz para o horizonte, porque sobreviveu ao mau tempo e agora desfruta de um dia esplêndido.
Nenhuma tempestade dura uma centena de anos. Mas é verdade que após cada uma que sobrevivemos, somos muito mais fortes, calmos e corajosos. Nós enfrentamos o olho do furacão e superamos, saindo do transe mais tenazes, sábios e treinados.
Jamais tenha medo da tempestade, pois você há de saber que sempre após o mau tempo vem o sol iluminar o seu caminho. Este momento maravilhoso de luz e calmaria é muito mais agradável depois de superar um momento ruim.
“Os pássaros sabem que nenhum inverno dura cem anos e que, depois da tempestade, a primeira semente que brota é o sol.”
-Francisco Morales Santos-

Medos da tempestade

Muita gente vive em um medo constante da tempestade. Pensam que em sua vida tudo vai ser chuva, mau tempo, relâmpagos , trovões e escuridão. Mas não há porque ser assim. A natureza é sábia e é capaz de nos dar um pouco de cada coisa, em sua justa medida.
O ser humano é um filho da natureza, desta nossa terra mãe que nos viu nascer, crescer e aprender. Por que devemos ser diferentes? Por que deixar que a tempestade seja a protagonista da nossa vida? Por que sofrer uma chuva eterna de infelicidade e dor?
Se a própria natureza é capaz de encontrar o equilíbrio entre água e sol, nós não devemos ser diferentes, como produto seu que somos. Só precisamos das ferramentas necessárias para sobreviver à tempestade, e aproveitar o transe superado para sairmos airosos, mais sábios e mais fortes, e saber desfrutar do maravilhoso sol que nasce depois do mau tempo.
“Assim foram passando as semanas muito pesadamente, até que um dia chegou a notícia, alegrando os corações enquanto o sol iluminava o céu depois da tempestade.”
-Louisa May Alcott-

Ferramentas para superar uma tempestade

Você já pensou nas ferramentas necessárias para sobreviver a uma tempestadeNa realidade, não é tão difícil encontrá-las. No entanto, em muitas ocasiões decidimos complicar tudo, e portanto é impossível superar a chuva sem se molhar.
– Um guarda-chuva é totalmente necessário em uma tempestade.Ainda que às vezes possa parecer demais, ele sempre irá nos proteger, dentro das suas possibilidades, da água que cai incessante e tenta molhar cada poro da nossa pele.
– Um teto sob o qual se possa abrigar é a melhor opção para superar uma tempestade. Pense que quanto mais forte for a fundação da sua casa, menor será a possibilidade de ela desabar diante da fúria violenta da tempestade. Evite umidades, goteiras e má construção.
– Uma vontade forte também é de vital importância perante as garras das tempestades. Um enorme desejo de viver, de superá-la e de não deixar que a água leve e limpe mais do que você realmente quer e precisa que desapareça.
Pense sobre quem é o seu guarda-chuva na vida. Quem faz parte da sua casa. Onde está a sua vontade de superar a tempestade e de voltar a ver o sol que aquece a terra molhada após os raios e os trovões. E agora, veja e abrace essas pessoas por estarem aí, sempre ao seu lado, te protegendo nos piores momentos para que você possa viver os bons e aproveitar a luz.
                                                                            fonte : Mente maravilhosa 

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

GRATIDÃO

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O que sabe a ciência
A gratidão é inata ao ser humano, embora apenas em 2001 a psicologia positiva lhe tenha começado a dirigir maior atenção em termos de estudo. Concluiu-se, nomeadamente, a existência de uma relação positiva entre gratidão e bem-estar subjetivo, bem como entre a gratidão e a qualidade das nossas relações interpessoais. A gratidão influencia de modo positivo a vida, as relações e o bem-estar dos sujeitos que a sentem e a praticam.
É neste sentido que vão, também, os estudos do psicólogo Martin Seligman que concluiu existir uma relação direta entre a prática da gratidão e a felicidade que sentimos. É uma emoção positiva que amplia o sentimento de bem-estar emocional. Experienciada e praticada, transforma a nossa vida para melhor. Torna-nos mais criativos, mais resilientes, mais saudáveis, mais felizes e socialmente mais integrados, concluíram estudos conduzidos por Barbara Fredrickson, professora de psicologia.
Por que é difícil sentirmo-nos gratos?
Porque temos de aprender a ser gratos, mesmo quando as coisas não correm bem. Mesmo quando a vida não corresponde àquilo que esperávamos. Raramente nos ensinam o poder da gratidão, a olhar para as pequenas vitórias do dia a dia e para as coisas boas que já temos.  Uma simples ducha quente no fim de um dia extenuante. Um abraço dos nossos filhos. A lista é longa.
O sorriso de alguém que cruza conosco na rua. O nosso sofá, onde nos enroscamos numa tarde de chuva.  Os amigos que nos telefonam para saber como estamos. O nosso carro, que pega de manhã. Temos tanto para agradecer às pequenas coisas que já temos e que damos como adquiridas, que já não lhes prestamos atenção.
A gratidão não depende do estatuto social, do valor do nosso salário, do cargo que ocupamos, de termos ou não um curso superior. A gratidão não depende das marcas que usamos, dos lugares onde passamos férias ou do nosso carro. É um sentimento que temos (ou não temos), independentemente das nossas condições materiais, sociais ou educacionais.  A gratidão cura as nossas emoções e, através da cura emocional, curamos a nossa vida.
Quanto mais gratidão sentimos, mais a nossa vida melhora. Trata-se de uma mudança de percepção face ao que já temos. Ao elevarmos o nosso nível de gratidão, aumentamos as emoções positivas que sentimos e começamos a focar-nos nos pontos positivos em detrimento dos aspectos negativos. Desta forma, praticar a gratidão significa passarmos a ter ainda mais coisas pelas quais nos sentimos gratos.
O que você nunca pensou agradecer, mas devia:
– Relações falhadas
Cada relação que termina é uma oportunidade única para praticar o perdão e para conhecer novas pessoas que façam realmente sentido na sua vida.
– O ter-se desapegado
De pessoas e profissões aniquilantes que já não contribuíam para a sua felicidade. Se agora tem pouco, vai ter mais. Se já tem muito, vai ter mais. A gratidão é uma emoção win-win.
– Ler este artigo
Ter tempo para isso. Mais, lendo, sem ser em braille. Talvez esteja em casa, no cabeleireiro, na sala de espera de um consultório. Agradeça. Está lendo sem dificuldades.
– Sentir o vazio de amor, de tempo, de amizade, de sentido de vida
Agradeça a oportunidade que o vazio lhe oferece. Se sentir que tem pouco, agradeça o pouco. Significa que tem um campo imenso à sua frente, para produzir mais, para amar mais, para voltar a apaixonar-se. Tem espaço vazio para tudo isso.
– Erros e medos
Reconheça-lhes valor pois existiram para o fortalecer. Precisou deles para ultrapassar obstáculos em determinada altura da sua vida.
Como exercitar a gratidão passo a passo
1. Autodiagnóstico
Faça um barômetro do seu nível de gratidão. Numa escala de 1 a 20, qual considera ser o seu nível de gratidão atual? Pense, individualmente, quão grato se sente nos seguintes pontos:
– Amor/relacionamentos
– Família
– Profissão
– Saúde
– Finanças
2. Autoanálise
Tente perceber por que está se sentindo pouco grato nas áreas a que atribuiu valores mais baixos.
3. Plano de ação
Identifique estratégias e ações que possam aumentar o seu nível de gratidão atual para cada um dos setores da sua vida. Tente que o seu plano dependa essencialmente de si e daquilo que pode fazer e não dos outros ou das circunstâncias externas.
4. Partilhe a sua gratidão
Partilhe amor, esperança e alegria, mesmo em tempos difíceis. Quando você partilha alegria em situações complicadas, tudo à sua volta se transforma. A situação difícil passa a ser vista de forma mais positiva e o outro passa, também, a sentir-se grato.
5. Mude a sua linguagem
Anule expressões como “Tive a infelicidade de ficar desempregado”, “Nada me corre bem”, “Sou fraco”, “Não consigo”, “Quando as coisas correm bem, até duvido”, “Tenho um salário muito baixo”, “Ninguém me entende”, “Está tudo tão caro” e/ou “O amor foge-me”. Estas frases anulam, por completo, a sua capacidade inata para se sentir grato. E isso faz com que a sua vida fique parada no ressentimento, no queixume e na vitimização.
Texto: Teresa Marta (coach para a coragem e CEO da Academia  da Coragem)
TEXTO ORIGINAL DE SAPO

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

ANSIEDADE VESTIBULAR


O tão esperado, tão sonhado e tão temido dia para  maioria dos candidatos que vão se submeter as  provas. Desse modo, é mais do que normal que eles se sintam ansiosos e preocupados e que criem expectativas.
 A ansiedade acompanha esse momento gerando medo, desconforto e preocupação.   Mas, até quando a referida ansiedade é considerada saudável? ,nem sempre a ansiedade pode ser considerada negativo pois a mesma também pode ser motivadora e impulsiona o aluno a focar  mais , isso é positivo.,Contudo,  a ansiedade deixa de ser uma reação positiva se o jovem tiver uma série de eventos estressores e pouca habilidade para lidar com estes, causando prejuízos à saúde, à vida social e afetiva, passando a ser uma constante. A ansiedade, nesse caso, bloqueia o raciocínio dos jovens e o desempenho nas atividades cotidianas, fazendo com que se tornem jovens pessimistas com preocupações excessivas. 
Para conter a ansiedade, é necessário mudar  os hábitos comportamentais, fazer atividades físicas, focar a atenção em outras atividades e ter pensamentos mais otimistas, não deixando a emoção tomar conta.essas atividades incluem um esporte , uma caminhada,ouvir uma música assistir a um bom filme. Exercitar-se ativa os hormônios – como a adrenalina, responsável pela sensação de euforia – e a endorfina – que causa sensação de bem-estar e alívio das dores. 

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Feridas que não cicatrizam

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 Martin H. Teicher
 Está provado. Maus tratos na infância não provocam apenas traumas psicológicos reversíveis. Mas também danos permanentes no desenvolvimento e funções cerebrais. Os hemisférios esquerdos de pessoas vitimadas pela violência desenvolvem-se significativamente menos do que deveriam. Martin H. Teicher, professor de psiquiatria na Escola de Medicina da Universidade de Harvard, explica detalhadamente o processo. Em 1994, a polícia de Boston chocou-se ao descobrir um menino de quatro anos de idade, desnutrido e trancado num apartamento imundo de Roxbury, onde vivia em condições pavorosas. Pior, as mãozinhas da criança tinham sido horrivelmente queimadas. Soube-se que a mãe, viciada em drogas, tinha posto as mãos do menino sob a torneira de água fervente para castigá-lo por ter consumido a comida de seu namorado. A criança ferida não tivera nenhum tipo de assistência médica. A história perturbadora chegou rapidamente às manchetes. Adotado, o menino recebeu enxertos de pele para ajudar as mãos machucadas a recuperar suas funções. Mas, embora as feridas físicas da vítima tenham sido tratadas, descobertas recentes indicam que ferimentos infligidos a sua mente em desenvolvimento podem nunca cicatrizar de todo. Ainda que seja um exemplo ntenso permitem que nosso cérebro se desenvolva de uma maneira que é menos agressiva e mais estável do ponto de vista emocional e integrada social, empática e hemisfericamente. Acreditamos que esse processo aumenta a capacidade dos animais sociais de construir estruturas. Para saber mais: "Developmental traumatology part 2: brain development", de M. D. De Bellis, M. S. Keshavan, D. B. Clark, B. J. Casey, J. N. Giedd, A . M. Boring, K. Frustaci e N. D. Ryan, em Biological Psychiatry, vol. 45, no. 10, páginas 1271-1284, 15 de maio de 1999. "Wounds that time won\\'t heal: the neurobiology of child abuse", de Martin H. Teicher, em Cerebrum, vol. 2, no. 4, páginas 50-67, Dana Press, 2000. Hospital McLea

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA BOM DIA BRASIL


https://globoplay.globo.com/v/6943477/ ( clik no link para assistir a entrevista )

O que são Transtornos Alimentares? 

Os Transtornos Alimentares são caracterizados por perturbações no comportamento alimentar, podendo levar ao emagrecimento extremo (caquexia - devido à inadequada redução da alimentação), à obesidade (devido à ingestão de grandes quantidades de comida), ou outros problemas físicos. Os principais tipos de Transtorno Alimentar são a Anorexia Nervosa e a Bulimia Nervosa, e ambos têm como características comuns: uma intensa preocupação como o peso e o medo excessivo de engordar, uma percepção distorcida da forma corporal, e a auto-avaliação baseada no peso e na forma física. (1, 3, 10, 11) 

Alguns autores caracterizam os Transtornos Alimentares como síndromes ligadas à cultura de determinadas sociedades. O que evidencia esta hipótese é o fato de que a Anorexia e a Bulimia têm uma prevalência maior entre mulheres jovens de países ocidentais, principalmente as que pertencem às camadas sociais mais privilegiadas. (3)